O vinho não é homem nem mulher. É carácter, é alma e é história engarrafada. O Xico Sabido explica porque está na hora de deixarmos o “género” fora do copo.

Género no Vinho: Porque Devemos Parar de Chamar o Vinho de Masculino ou Feminino

Há expressões que ficaram presas no tempo — e uma delas é essa mania de chamar o vinho de “masculino” ou “feminino”.
Quantas vezes já ouviste alguém dizer que um tinto é “forte e viril” ou que um branco é “delicado e feminino”? Pois. O problema é que o vinho, coitado, não pediu para entrar nesta conversa sobre género.

O vinho é vinho. Ponto.
Não tem barba nem batom, não usa saltos nem suspensórios. Tem alma, carácter e uma história que vem da terra — e isso é tudo o que devia importar.

O Vinho é um Espelho do Lugar, Não do Género

Em Portugal, cada garrafa conta a história do sítio onde nasceu.
Um Dão elegante, um Alentejo generoso, um Douro encorpado, um verde fresco do Minho — todos trazem o sabor do seu chão, do clima e das mãos que os fizeram.

Mas em nenhum rótulo vais ler “vinho masculino” ou “vinho feminino”.
Essas etiquetas vieram de um tempo em que o mundo era visto a preto e branco.
O vinho, tal como a vida, é cheio de nuances.
Pode ser firme sem ser bruto, delicado sem ser frágil, intenso sem perder graça — e é essa mistura que o torna fascinante.

O Problema de Meter o Género no Copo

Quando dizemos que um vinho é “feminino”, o que queremos realmente dizer?
Que é leve, floral, bonito?
E quando é “masculino”? Que é encorpado, alcoólico, “forte”?

Reduzir o vinho a género empobrece a conversa e ignora o que realmente importa: o carácter da garrafa.
O vinho é feito de solo, clima e mãos humanas — homens e mulheres que trabalham lado a lado, movidos pela mesma paixão.
O sabor não nasce do género, nasce da dedicação e da arte de transformar uvas em emoção líquida.

Há Palavras Melhores para Falar de Vinho

Se queremos falar de vinho com alma, temos de usar uma linguagem que respeite a sua complexidade.
Em vez de “masculino”, podemos dizer que é intenso, estruturado ou robusto.
Em vez de “feminino”, que tal refinado, suave ou sedoso?

Estas palavras contam a história do vinho sem o limitar.
Como dizia um velho enólogo alentejano:

“O vinho tem é de emocionar, não de caber numa gaveta.”

Usar uma linguagem mais rica aproxima-nos do vinho e ajuda-nos a perceber o que realmente temos no copo — uma experiência viva, e não um estereótipo.

O Vinho Português É Tudo Menos Binário

O vinho português é uma celebração da diversidade.
Temos vinhos que são pura força e outros que são pura poesia.
Tintos que lembram o campo depois da chuva e brancos que cheiram a frescura e liberdade.

Nenhum deles é masculino ou feminino — são portugueses, e isso chega.
Cada garrafa reflete uma paisagem, uma emoção e uma história.
São vinhos com alma, carácter e sotaque — espelhos de quem somos enquanto povo.
É o equilíbrio entre força e delicadeza que define a nossa tradição vinícola.

Deixemos o Copo Falar por Si

Quando abrimos uma garrafa, o mais bonito é escutar o que o vinho tem para nos dizer.
Ele fala — às vezes em voz alta, outras em silêncio.
Conta-nos sobre o ano, o solo, o cuidado, o tempo que esperou.

E, tal como as pessoas, o vinho muda.
Tem dias bons e dias menos bons, fases de juventude e de maturidade.
Mas género? Isso não entra no copo.

Provar um vinho é conversar com ele — uma conversa feita de sensações, não de etiquetas.

O Xico Sabido Não Tem Género — Tem Alma

O Xico Sabido pode não ser um vinho de luxo, mas é um vinho com alma.
Não precisa de rótulos nem de ser chamado “masculino” ou “feminino”.
É vinho português, honesto e cheio de carácter — feito para quem valoriza o sabor acima das aparências.

Num mundo onde até o vinho ganha etiquetas de género, o Xico Sabido prefere ficar do lado da simplicidade.
Aqui não há espaço para preconceitos: há espaço para partilha, gargalhadas e copos cheios.
Porque no género do vinho, o que importa é o prazer que ele traz à mesa.

Feito com o coração do Alentejo, o Xico Sabido é direto, genuíno e de trato fácil — como uma boa conversa de tasca.
É o vinho que combina com um ensopado de borrego, um petisco com amigos ou um pôr-do-sol demorado.
Sem pretensões, sem luxo — mas com muito sabor.

Cada garrafa é uma celebração da terra, da tradição e das mãos que a cuidam.
O género no vinho pode ser tema para debate, mas o Xico Sabido prefere simplificar:
vinho bom é aquele que se bebe com prazer, seja qual for a conversa.

Descobre o vinho com alma, sem rótulos — prova o Xico Sabido e brinda à autenticidade portuguesa.

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