Beber um copo por dia faz bem a saude

Beber um copo por dia faz bem? Descobre com o Xico Sabido como apreciar vinho com juízo, sabor e alma alentejana — sem exageros.

Beber um copo por dia faz bem à saúde?

Durante anos, o velho ditado de que “um copo de vinho por dia faz bem ao coração” andou de boca em boca, como quem partilha um segredo de tasca. Mas, compincha, o mundo da ciência e da política anda mais baralhado do que um bar de sábado à noite. O que hoje faz bem, amanhã já é pecado, e o que ontem era veneno agora até parece remédio. O debate sobre o consumo moderado de álcool e a saúde anda a dar mais voltas do que um lagar no tempo das vindimas.

Quando o vinho ganhou fama de saudável

Lá para as Américas, andam há décadas a discutir quantos copos se podem beber sem remorsos. Durante muito tempo, diziam que as mulheres podiam ficar por um copo diário e os homens por dois — parecia simples, quase sensato. Mas agora andam a repensar tudo outra vez. Entre comissões, médicos e políticos, há quem diga que vão até tirar o tema do vinho das recomendações oficiais. Querem deixar o copo em cima da mesa e fingir que ninguém o vê, como se o assunto se resolvesse por magia.

A história começou lá atrás, em 1980, quando decidiram fazer o primeiro conjunto de regras para comer e beber bem. Foi então que apareceu o famoso “Paradoxo Francês”, aquele estudo que mostrava como os franceses, mesmo a encherem o prato de queijo e gordura, tinham menos doenças de coração — e a diferença estava no vinho tinto. Foi o suficiente para que as garrafas voassem das prateleiras e o copo de vinho ganhasse estatuto de elixir.

A ciência começa a desconfiar

Com o tempo, porém, a conversa azedou. Em 2018, um estudo grande sobre os efeitos do álcool no coração foi cancelado quando se descobriu que parte do dinheiro vinha das próprias empresas que vendem bebidas. Ora, assim é fácil dizer que o vinho faz bem — quem paga o vinho escolhe o brinde. Poucos anos depois, em 2023, a Organização Mundial da Saúde decidiu acabar com rodeios: não há quantidade segura de álcool, ponto final. A notícia correu o mundo e lá para as Américas houve logo quem se pusesse a rever recomendações. O Canadá, por exemplo, baixou a dose saudável para apenas dois copos por semana. Dois, compincha. Por semana.

Entre o prazer e o risco

Do outro lado do Atlântico, o pessoal ficou dividido. Uns diziam que a Organização exagerava, outros juravam que finalmente alguém dizia a verdade. Em 2024, um grupo de investigadores publicou um relatório que contradizia tudo, dizendo que beber moderadamente podia até ajudar o coração e prolongar a vida. Mas, como quase sempre nestas coisas, havia um detalhe: alguns dos cientistas tinham ligações à indústria do álcool e acabaram afastados. Ainda assim, outro que também tinha ligações manteve-se — e pronto, lá ficou a polémica a ferver.

No início de 2025, o cirurgião-geral lá das Américas veio dizer que as garrafas de vinho e cerveja deviam ter rótulos de aviso, tal e qual os maços de tabaco. O argumento era simples: há estudos a ligar o álcool a vários tipos de cancro. Pouco depois, uma nova comissão apresentou um relatório a dizer que os riscos começam logo com doses pequenas. Um copo por dia já aumenta o risco de morte relacionada com o álcool para um em mil, e dois copos por dia sobem esse número para um em vinte e cinco. Ora, ninguém quer brindar a estatísticas destas.

Quando a política se mete no copo

Quando parecia que lá para as Américas iam finalmente mudar as regras, o governo decidiu meter o assunto na gaveta. Mantiveram as antigas recomendações e deixaram o tema do álcool quase de fora. A verdade é que o vinho é um tema sensível — há muito dinheiro e cultura metidos ao barulho. Enquanto uns defendem rótulos com avisos de cancro e impostos sobre bebidas, outros dizem que o vinho é parte da vida, da tradição e da mesa. E nisto, compincha, têm razão — o vinho é mais do que bebida, é conversa, é convívio, é alma.

Afinal, o copo faz bem ou não?

A resposta é como o vinho novo: precisa de tempo. Depende da pessoa, da dose e da forma como se bebe. Há estudos que ainda defendem o copo de vinho tinto como aliado do coração, e há outros que dizem que qualquer gole já traz risco. No fundo, o segredo está onde sempre esteve: na moderação. A diferença entre o remédio e o veneno é a quantidade.

Aqui no Xico Sabido, não andamos atrás de relatórios nem de promessas milagrosas. O que sabemos é que o vinho deve ser saboreado com calma, com comida e com boa companhia. Um copo pode fazer bem à alma, mas exagerar nunca foi sinal de sabedoria. A saúde é um equilíbrio — e o vinho, quando bebido com juízo, é um prazer que não faz mal a ninguém.

O brinde do Xico Sabido

No fim das contas, o melhor guia és tu, compincha. O teu corpo sabe quando chega a hora de pousar o copo. O vinho deve ser companheiro, não patrão. Brinda com consciência, aproveita o momento e não deixes que o prazer se transforme em hábito. Um copo à mesa, uma conversa boa e o resto resolve-se com um sorriso. Afinal, a vida é curta, mas há tempo para saborear o que é bom — devagarinho, como manda a sabedoria alentejana.

Um copo com juízo e sabor

Lá para as Américas andam às turras a decidir se o copo faz bem ou mal, mas por cá, compincha, sabemos uma coisa de certeza: o segredo está no equilíbrio e no prazer de cada gole. O vinho, quando é bom, não precisa de desculpas nem de estudos — basta ser honesto, saboroso e feito com alma.

E é aqui que entra o Xico Sabido. Pode não ser um vinho de luxo, mas é um vinho que satisfaz no bucho e aquece o coração. Com carácter robusto e genuíno, o Xico é daqueles que falam a nossa língua — simples, direto e cheio de sabor. Ideal para quem gosta de apreciar um copo ao fim do dia, sem exageros e sem peneiras, apenas com o prazer de saborear algo bom.

Este vinho é a cara do Alentejo: forte, autêntico e de espírito livre. Acompanha bem um prato de carne, uma boa conversa e, claro, aquele momento em que o mundo abranda e o tempo parece correr mais devagar. O Xico Sabido não promete milagres nem dietas milagrosas, mas garante uma coisa — que cada gole vale a pena.

Porque, no fim das contas, um copo por dia pode não ser receita médica, mas é um remédio para a alma quando vem cheio de sabor e partilha. Brinda com juízo, vive com alegria e deixa o Xico cuidar do resto.

Descobre os vinhos Xico Sabido e encontra o copo que combina contigo — honesto, saboroso e cheio de vida.

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